21 de junho de 2010

Universal rebate ataque da 'Folha'

Reportagem publicada pela Folha de S.Paulo e UOL neste domingo (20) mostra trechos de vídeos sobre premiação de pastores, conforme veiculado pelo portal Ogalileo e aqui neste Blog.



O Grupo Folha voltou a atacar os evangélicos na edição deste domingo (20) da Folha de S.Paulo com reportagem reproduzida em seu site e no portal UOL. No texto - que segue a mesma linha adotada há meses, da divulgação de vídeos gravados em reuniões internas entre pastores da Igreja Universaldo Reino de Deus (IURD) - o jornal acusa o bispo Romualdo Panceiro, da Universal, de "premiar" os pastores que mais arrecadam dinheiro em seus templos.

Desde a manhã de sábado (19), o bispo Edir Macedo, líder da IURD, postou em seu blog a íntegra das perguntas feitas pela Folha e das respostas enviadas pela assessoria de imprensa da igreja.

Veja o tom das perguntas de um repórter do jornal Folha de S. Paulo, enviadas para a IURD. Analise as respostas e tire suas próprias conclusões.

Folha de S. Paulo: Tive acesso a 5 novas gravações das videoconferências realizadas pelo bispo Romualdo Panceiro no ano de 2008, na sede da IURD, em São Paulo, em conexão com pastores e líderes regionais de todo o País. Num desses vídeos, o bispo Romualdo aparece anunciando que estava custeando 7 passagens aéreas e estadia para Jerusalém, Israel, aos pastores que obtivessem maior crescimento de arrecadação de dízimos em suas igrejas, em todo o Brasil. Em outro trecho, o bispo diz que a igreja detém um programa de computador que permite comparar a arrecadação de dízimos, mês a mês, em cada igreja espalhada pelo Brasil. Em outro vídeo, o bispo Romualdo disse que os pastores não devem limitar o valor possível do dízimo do fiel, mas poderiam “estipular” tal valor.

Assim, indago:

1 – Esta premiação aos pastores ocorre todos os anos? Em caso positivo, qual o objetivo?

R: “Premiação”, dentro do contexto da pergunta, é mais um termo preconceituoso adotado pela Folha de S.Paulo. A viagem para Israel não é considerada uma premiação e sim uma missão religiosa almejada por cristãos evangélicos de todo o mundo. Entre os 15 mil pastores da Igreja Univeral do Reino de Deus, que atuam no Brasil, isso não é diferente. A missão religiosa na IURD, entre outras peregrinações, consiste em levar pedidos de oração dos fiéis a lugares sagrados, como o Monte Carmelo, a Muralha de Jerusalém e o alto do Monte Sinai, por exemplo. Uma árdua e esgotante escalada de mais de dois mil metros a pé. São viagens cansativas e curtas, de quatro, cinco dias, no máximo, em que, quase sempre, consome-se mais tempo em deslocamentos aéreos do que nos locais em que são realizadas orações pelos fiéis. Essa é a “premiação” de pastores e bispos da IURD.

2 – Como ocorre o controle das ofertas e dízimos por esse programa de computador? Qual o objetivo desse controle?

R: Trata-se de um procedimento interno da IURD.

3 – Folha de S. Paulo: O que significa não limitar o valor do dízimo?

R: Como já explicado reiteradas vezes, a IURD é uma denominação evangélica neopentecostal, que possui como doutrina a Teologia da Prosperidade. Ou seja, acredita na intervenção divina também para o bem-estar material do homem. Os frequentadores da IURD têm liberdade absoluta para fazer ou não doações financeiras e da maneira como entenderem correta, direito plenamente garantido pela Constituição Federal.

4 – Quais os comentários/esclarecimentos da igreja e do bispo Romualdo Panceiro a respeito dessas videoconferências? Qual o objetivo, alcance e resultados?

R: O exercício de fé pregado pelos pastores da IURD tem como único fundamento a prática dos ensinamentos da Bíblia. Ou seja, se as pessoas contribuem cada vez mais é porque simplesmente elas recebem cada vez mais. Esse é o princípio do crescimento da IURD, que a faz estar presente hoje em mais de 180 países.

5 – Outros comentários que julgar necessários.

R: Mais uma vez, a Folha de S. Paulo usa expressões e frases fora do seu contexto original para atacar a IURD, seus líderes e mais de 13 milhões de fiéis em todo Brasil. Ao explorar trechos maldosamente pinçados de uma pregação de três horas de duração, o jornal adota uma postura radical e inadmissível de preconceito religioso. A Igreja Universal repudia essa postura e mantém-se firme na pregação dos valores do Evangelho, indispensáveis para a consolidação de um país mais justo.


Fonte: O Galileo / R7 / Blog Edir Macedo / Portal UOL

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