16 de abril de 2018


“Saudai a Trifena e a Trifosa, as quais trabalham no Senhor. ” Rm 16:12

Interessante ver Paulo cumprimentar essas mulheres que segundo a história eram gêmeas e isso deixa o texto ainda mais interessante. Sabe porquê?
* Porque o fato de serem gêmeas não anula suas individualidades.
* Porque o fato de serem gêmeas não anula suas preferências. 
* Porque mesmo sendo gêmeas não eram seres iguais, embora por fora iguais, por dentro indivíduos diferentes.
* Porque o fato de serem irmãs revela a mesma paternidade assim como eu e você, embora diferentes filhos do mesmo PAI ETERNO.

Você deve estar si perguntando o que isso tem a ver? Lendo sem analisar o texto, NADA. Mas, meditando no que Paulo diz “as quais trabalham do Senhor”, TUDO.

Vou te explicar.
Paulo reconhece nessas mulheres a sua UNIDADE, que embora eram iguais no aspecto físico, mas diferentes em seus comportamentos e cosmovisões, por serem indivíduos únicos, colocam suas preferências de lado para trabalhar na seara do Mestre. Por essa razão Paulo usa a expressão “as quais trabalham no Senhor”.
Elas entenderam:
Que no REINO não existe o que eu penso, mas sim o que a BIBLIA pensa.
Que no REINO não existe o que eu gosto, mas o que a BIBLIA gosta.
Que no REINO toda a preferência e individualidade e colocada de lado em prol de um objetivo maior: A GLORIA DE DEUS.
Essas mulheres revelam o que é unidade, a essência da unidade, que não busca satisfazer-se, promover-se, deixando suas preferencias de lado para unir-se a alguém diferente para trabalhar juntos “NO SENHOR”. O vínculo está aqui “no Senhor”, tudo nos uni quando estivermos trabalhando Nele e para Ele.
Aprendamos com Trifena e Trifosa que nos ensina o que é UNIDADE, que embora iguais por fora (gêmeas), diferentes por dentro (indivíduos), deixaram suas individualidades de lado para unir-se uma a outra para trabalhar e glorificar ao Senhor.
Somos defeitos melhorados uns nos outros. Precisamos uns dos outros para que quer comais quer bebais, ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.
Alexandre Pitante.

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